FLAG Animação interativa construida em VRML ( Virtual Reality Modeling Language ) Exibido no Media Art Festival Friesland 2005 (Holanda) Exibido na mostra “best 3D works of 2005 of exhibition of WEB3DART patrocinado pela ACM SIGGRAPH no Web3D Symposium, the 10th International Conference on 3D Web Technology, em março de 2005 em Bangor, Wales, UK. (Inglaterra) 3º lugar no FILE 2004 “Festival Internacional de Linguagem Eletronica” juntamente com o conjunto dos trabalhos: Elevator e Flag. Citado na Folha de São Paulo em 10/2004 como exemplo de trabalho de realidade virtual. DESCRIÇÃO TEÓRICA "FLAG" consiste numa animação interativa em "loop" constante em 3D produzida na linguagem VRML O objeto animado efetua 2 movimentos simultâneos incessantes com duração de 1 minuto: Um giro em torno de seu próprio eixo e o movimento de aproximação e afastamento . O movimento em loop, faz com que a animação não tenha começo nem fim. O espectador pode começar sua observação de qualquer momento da animação. Se começar sua observação no momento em o objeto esta próximo, o espectador vê cruzes com nomes de países e só quando a visão se distancia consegue perceber a totalidade como uma representação de uma bandeira . O mesmo ocorre de maneira inversa se o espectador inicia sua observação no momento em que o objeto esta longe. Inicialmente vê a representação da bandeira americana entretanto não consegue notar que as estrelas estão substituídas por cruzes e só se dá conta disso aos poucos com a aproximação. O trabalho tenta de surpreender o observador baseando-se nos princípios da Gestalt que postula que quando se percebe a totalidade como parte de outra totalidade, de uma outra unidade, ha uma distorção perceptiva. A escolha de bandeira americana não surge em decorrência de uma crítica direta ao mundo americano mas muito mais em função seu poder de atração e do desejo de liberdade e justiça idealizada que ela representa. A bandeira exemplifica a contradição dos símbolos e bandeiras nacionais se tornarem um instrumento de união de pessoas em torno de gestos e atitudes muitas vezes contrárias ao seu próprio simbolismo. |